3ª Mostra de Cinema Espanhol nas suas línguas co-oficiais

3ª Mostra de Cinema Espanhol nas suas línguas co-oficiais

A mostra consiste numa seleção de três títulos recentes da cinematografía espanhola nas suas três linguas cooficiais: catalão, galego e basco.

A Cooperação Espanhola através da Embaixada da Espanha em Portugal e o Instituto Cervantes de Lisboa organizam este ciclo de cinema, que vai ser projetado em passagens grátis no Auditório do Instituto Cervantes entre os dias 14 e 28 de fevereiro com o intuito de apresentar uma seleção de filmes recentes em línguas co-oficiais em Espanha para mostrar a diversidade criativa da nossa cinematografia.

A mostra consiste em três filmes, em basco, catalão e galego, com legendas em espanhol / inglês / francês. Em três quintas-feiras consecutivas vão ser projetadas: Hermosa Juventud (Jaime Rosales, 2014), 18 comidas (Jorge Coira, 2010) e Obaba (Montxo Armendáriz, 2005).

Hermosa Juventud

  • Quinta-feira, 14 de fevereiro, às 18h30.
  • De Jaime Rosales, Espanha, 2014, drama, 98 minutos, catalão. Ver trailer.

A Natalia e o Carlos são dois jovens enamorados que lutam por sobreviver na Espanha actual. Os limitados recursos deles não permitem satisfacer os seus desejos. Não têm grandes ambições porque não albergam grandes esperanças.

18 comidas

  • Quinta-feira, 21 de fevereiro, às 18h30.
  • De Jorge Coira, Espanha, 2010, comédia, 107 minutos, galego. Ver trailer.

18 comidas conta seis histórias ao longo de um único dia. Um filme com um formato não convencional –roteirizado, mas com diálogos abertos à improvisação– que percorre dezoito refeições –pequeno-almoço, almoço e jantar– que nos tornam participantes de alguns desses momentos que podem mudar uma vida.

Obaba

  • Quinta-feira, 28 de fevereiro, às 18h30.
  • De Montxo Armendáriz, Espanha, 2005, 112 miutos, basco. Ver trailer.

Lurdes embarca numa viagem aos territórios de Obaba. Na sua mala, ele carrega uma pequena câmera de vídeo. Com ele quer capturar a realidade de Obaba, mas Obaba não é o lugar que Lurdes imaginou, e logo descobre que aqueles que lá vivem, como Merche, Ismael ou Tomás, estão ancorados num passado do qual não podem –ou não querem– sair. Através deles, Lurdes conhece pedaços de suas vidas. Com tudo isso, Lurdes tenta reconstruir o quebra-cabeça que dá sentido às suas vidas e que lhes permite capturar a realidade com sua câmera de vídeo. Mas sempre há alguma coisa que falta.

Cartel

  • Cinema
  • Lisboa
  • Qui, 14 de Fevereiro —
    Qui, 28 de Fevereiro 2019

Foro

Instituto Cervantes, R. de Santa Marta 43F, 1150-140 Lisboa
213-105-020

Entradas

Entrada livre

Créditos

Organizado pela Seção Cultural da Embaixada de Espanha em Lisboa e o Instituto Cervantes de Lisboa

Ferramentas